Medio ambiente carcelario, sustentabilidad y las asociaciones público privadas (en portugués)

O presente artigo tem por objetivo apresentar uma opção aos reclames carcerários, mais especificamente questionando se a implementação e administração de presídios na forma de parcerias público-privadas (PPPs) seria uma solução válida às precárias situações social, ambiental e humana suportadas pelos detentos e seus familiares no sistema prisional atual. Atualmente, o Estado de Minas Gerais é o único a implementar tal modalidade de parceria para a construção e administração penitenciária, estando o complexo penitenciário existente sob a forma de PPP situado em Ribeirão das Neves, cidade que dista 30 KM de Belo Horizonte, ainda na região metropolitana da Capital das Minas Gerais. O texto
tem como objeto central de estudo a primeira e, até então, única penitenciária implementada sob a forma de PPP, utilizando-se como marco teórico as legislações que regulamentam dita forma de parceria na administração pública,quais sejam, a Lei Federal no 11.079/2004, e a Lei Estadual no 14.868/2003. Assim a pergunta que se propõe é: diante da não ressocialização e não humanização perpetradas nos estabelecimentos prisionais estatais, as PPPs seriam uma forma legalmente válida de se humanizar as cadeias e ressocializar os seus habitantes, alcançando o desenvolvimento sustentável em sua dimensão social? A pesquisa teórica foi a metodologia escolhida em vista da construção de esquemas conceituais específicos e da utilização de processos discursivos e argumentativos para a demonstração do objetivo proposto. Concluiu-se que algo deve mudar na realidade prisional brasileira e as PPPs, que apresentam infraestrutura nos termos do que preceitua a Lei de Execuções Penais, além de tratamento digno aos presos e familiares, vêm se mostrando capazes de trazer dignidade aos que de forma humilde querem pagar
por seus erros. 

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