Amamantamiento en la cárcel: vínculos y rupturas (en portugués)

O  ingresso  de  mulheres  gestantes  para  cumprimento  de  pena  privativa  de  liberdade  já  se  constitui  uma questão  que  merece  reflexão. As  políticas  públicas  que  têm  como  objetivo  a  amamentação  garantem  a convivência  da  mãe  presa  com  os  filhos  até  que estes  completem  seis  meses  de  idade. É  objetivo  desse trabalho   mostrar   que   mesmo   existindo   políticas   públicas   que   facilitam   o   acesso   dessas   mães   às informações  sobre  o  aleitamento  materno  e  seus  benefícios,  existe  pouca  preocupação  com  relação  ao estabelecimento  do vínculo.  Dito  de  outra  forma, elas  são  insuficientes  para assegurar  a  relação  afetiva com  seus  bebês.  Neste  contexto,  a  suspensão  do  envolvimento  entre  mãe,  bebê  e  vice-versa  é  precoce, conforme  ao que  aprendemos  nas  teorias  psicanalíticas  sobre  vínculo  mãe-criança.Além  disso,  estas mulheres  inseridas no  contexto  de  privação  de  liberdade,  apresentam vivências sui  generis que  dizem respeito  aos  cuidados  com  prazo  de  validadee à separação  compulsória de  suas  crianças que  são estabelecidos por lei. 
Palavras-chaves:relação  mãe-bebê; amamentação;  ruptura  compulsória.

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